Vanessa Mazza


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[DURANTE] Importância da contextualização das perguntas

Vanessa Mazza 14 de fevereiro de 2017

Se você está lendo para alguém que não conhece, é interessante saber um pouco sobre o cenário no qual as questões estão inseridas, não para simular respostas e fazer adivinhações, como os detratores do Tarô gostam de pensar, mas para sermos mais objetivos nas respostas.

Não queremos saber a vida inteira do consulente, apenas que ele nos dê alguns parâmetros. Afinal, quando ele diz: “quero ver sobre trabalho”, isso é muito vago, pois pode estar desempregado, empregado, num negócio próprio, estudando para concurso, etc. Sem estas informações, as respostas com certeza serão mais generalistas.

Por exemplo:

“Quero ver sobre trabalho”

Sai: Imperador 

o imperador

  1. Se a pessoa está trabalhando, isso é sinal de que as coisas ficarão como estão (sem promoção), de forma estável, podendo melhorar no longo prazo;
  2. Se a pessoa está desempregada, ela continuará assim, talvez dependendo financeiramente de outras pessoas;
  3. Se estuda para concurso, podemos ver capacidade de passar, mas com ambição desmedida. Pode estar visando concursos além da própria capacidade;
  4. Se possui um negócio próprio, tal está seguro e bem administrado, mas sem lucros ou expansão por enquanto.

Se a pessoa nada diz, pode-se apenas dizer que as coisas ficarão na mesma, que existe estabilidade, segurança, mas pouco crescimento. Eu posso deduzir que talvez a pessoa tenha algum posto de liderança, mas estaria “chutando”.

A questão é que, com esta resposta mais aberta, o consulente vai acabar retornando para saber detalhes: “tá, mas eu vou conseguir a promoção? ou o emprego? ou passar na prova?”.

Ou seja, se já tivesse dito antes, a resposta já teria sido mais clara e direta!

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