Vanessa Mazza


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10 perguntas que não se fazem ao Tarô

Vanessa Mazza 29 de agosto de 2014

Inspirada na lista  do Blog Tarot By Arwen, resolvi usar algumas das sugestões dela, misturando com algumas minhas. Afinal, nossa linha de trabalho é um pouco diferente, então nem tudo se aplica. O importante, no entanto, é saber que existem certas perguntas que não se deve fazer ao Tarô, em parte porque o conjunto simbólico das cartas não consegue responder, em outra porque determinados questionamentos são irrelevantes ou prejudiciais a quem questiona.

Vejam 10 exemplos:

  1. “Tive um diagnóstico médico e quero confirmá-lo” – Apesar de ser possível ver saúde no Tarô (em termos gerais), não cabe ao tarólogo fazer diagnósticos. Além de ser contra a lei, não faz parte dos atributos de nossa profissão.
  2. “Quando vou morrer” ou “Fulano de tal irá morrer este ano” – Tarô não prevê morte. Fora que o impacto de uma informação como essa não é algo que possa ser controlado. Daí ser perigoso fornecê-lo.
  3. “Quais são os melhores números para jogar na mega sena” – Os símbolos das cartas não conseguem responder esta pergunta e, se pudessem, os tarólogos todos seriam milionários.
  4. “Meu/minha companheiro(a) está me traindo” – Outra questão eticamente complicada. Invade a privacidade alheia e também pode gerar uma série de atitudes negativas para o consulente.
  5. “Meu time de futebol (ou qualquer outro esporte) vai ganhar” – O Tarô até pode traçar as probabilidades de vitória e derrota no esporte, porém, pela falta de relevância da questão, caindo mais no campo da curiosidade, é melhor não perguntar.
  6. “Onde pessoa X mora” – Não há como obter este tipo de informação pelas cartas.
  7. “Quais as características físicas da pessoa por quem vou me apaixonar” – Muito complicado também. Podemos visualizar características mais emocionais e mentais. De todo modo, o Tarô vê como as coisas estão e não necessariamente como são. Neste sentido, a Astrologia pode ajudar mais.
  8. “Serei feliz na vida” – Muito genérico e subjetivo demais. É mais fácil ver situações específicas do presente, tais como profissão, família, relacionamento.
  9. “O que meu ente querido, já falecido, gostaria de dizer a mim” – Tarólogo não é médium por obrigação. Em situações assim, é melhor buscar um centro espírita, seja kardecista, umbandista, etc.
  10. “Qual é a carreira que devo seguir na vida” – Idem a 6. Mesmo assim, pode-se especular quais são suas maiores qualidades e fraquezas, além de ver opção por opção das carreiras que o consulente já tenha em mente.
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  1. Pingback: Você tem medo do Tarô?

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