Vanessa Mazza


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Você sabe ser realmente independente?

Vanessa Mazza 10 de janeiro de 2014

Ser independente é mais do que ser simplesmente ativo ou tomar a dianteira em algumas coisas. Ser independente significa literalmente não depender dos outros, inclusive do ponto de vista emocional ou espiritual. Assim, uma pessoa que paga as próprias contas, mas não consegue sair de um casamento falido por medo da solidão não é tão autônoma como se julga. Quem também necessita de aprovação alheia para tudo o que faz ou pede permissão a cada pequeno passo, mesmo sem perceber, está incluso igualmente nesta categoria.

Portanto, veja abaixo alguns exemplos que mostram quando uma pessoa é independente, para que você se inspire:

A pessoa verdadeiramente independente:

  • Não culpa os outros por ações cuja responsabilidade é dela, como se sustentar financeiramente;
  • Não espera que o outro melhore ou resolva seus problemas para começar a se trabalhar internamente, corrigindo os próprios defeitos;
  • Não exige dos outros aquilo que precisa assumir por si mesma, como levar até o fim um projeto;
  • Não deixa seus sonhos de lado para atender as necessidades alheias por medo de reprovação, como uma mulher que não viaja porque o marido acha que ela irá aproveitar o momento para trai-lo;
  • Não controla as pessoas por acreditar que se qualquer coisa der errado, ela será responsabilizada, como alguém que impede o companheiro de fazer uma compra que considera difícil de pagar;
  • Não depende do que os mestres religiosos dizem para tomar uma decisão. Ela pode usar sua doutrina como guia, mas não fará nada que vá contra o seu íntimo;
  • Não culpa o governo pela forma como vive, nem precisa fazer prestações para economizar;
  • Não se esconde atrás de desculpas por sua falta de forma ou de saúde;
  • Não espera ser servido pelos outros se tem capacidade de fazê-lo, do mesmo modo que se esforça em aprender ao invés de sempre contar com a disponibilidade das pessoas;
  • Não acusa sua infância pelos fracassos que tem como adulta;
  • Não se apóia em conveniências sociais para conseguir o que quer, como a mulher que exige pensão para não precisar trabalhar ou o homem que arruma uma amante para não ter que gastar com o divórcio;
  • É autêntica com suas vontades e crenças, sem tentar mascará-las para parecer mais interessante;
  • Foge de estereótipos, como o homem que acha que é a mulher quem tem que fazer compras e cozinhar ou a mulher que espera que o homem é que deve consertar o chuveiro ou abrir o pote de palmito;
  • Usa as roupas que gosta, mesmo que não estejam na moda;
  • Contraria o senso comum se isso não estiver de acordo com o que acredita. Por exemplo, a pessoa que não se casa na Igreja porque não é católica, nem batiza seu filho pelo mesmo motivo. Ou ainda a mulher de mais de 30 anos que não se sente pressionada a ter filhos só porque “está na idade”.

Ter independência é o primeiro passo para uma vida mais plena e madura. Por isso, não fique mais esperando, nem sentindo culpa. A vida é sua. Apenas assuma quem você é e o que quer para si mesmo.

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