Vanessa Mazza


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Tarô no Divã: Quando o consulente invade a privacidade alheia

Vanessa Mazza 13 de setembro de 2013

Apesar de ser possível ver a vida de uma terceira pessoa quando estamos realizando uma consulta de Tarô, é de se pensar que não seja sempre adequado fazê-lo. Afinal, do mesmo modo como gostaríamos que ninguém ficasse especulando sobre nossa vida sem nosso conhecimento, é preciso respeitarmos a privacidade alheia.

Porém, em algumas situações esta regra pode ser quebrada, tal como quando uma mãe tem um filho problemático e precisa saber o que está acontecendo para de fato ajudá-lo.

De resto, costumo ver, tal como numa terapia, o que o outro representa na vida do consulente, independentemente do que esteja fazendo na sua vida íntima. Por isso, antes de saber se o outro trai, vejo como está o relacionamento em si e qual o comportamento do cliente. Antes de ver se o amigo está ganhando mais dinheiro, analiso como o consulente pode melhorar sua vida financeira. E, ao invés de descobrir se aquela pessoa pensa bem ou mal, vejo quais as dicas do Tarô para aumentar sua auto-estima.

Assim, o foco fica em quem realmente interessa, que é quem pergunta. Até porque, nós podemos até saber se somos traídos ou se alguém fala mal de nós, mas em que isso nos ajuda? Não é melhor entendermos os motivos que nos fazem estar com alguém em quem não confiamos? Ou o que nos impede de sermos independentes financeiramente?

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