Vanessa Mazza


Comments (26)

  1. Parabéns!
    Se me permite mais uma dica, incluiria a seguinte item:
    _ Hoje com o avanço da tecnologia, um bom tarólogo, dificilmente, se recusaria em ter um site ou blog. O que ajuda o possível consulente a obter alguma informação do seu curriculum, de sua forma de trabalho, entre outras informações úteis no momento de sua escolha. Claro que pode ser tudo fachada, mas, o picareta mesmo não gosta de ter nenhum trabalho!

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    • Agradeço a sugestão, Arhan! Realmente, é mais prático manter a aura de mistério, do que ter um currículo que possa ser comprovado. Um abraço!

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  2. Pingback: Como adquirir uma consulta de Tarô - Vanessa Mazza

  3. Como assim “nem tenta resolver seus problemas”? Não entendi essa parte.

    No meu ponto de vista, quando se procura o auxilio das cartas é justamente pq se precisa de ajuda, não é?

    Sou Tarólogo a 7 anos e procuro resolver todos os casos das minhas clientes, pq esse é o meu trabalho. E graças a Deus, e somente a ele, resolvi e resolvo todos os problemas até então.

    Meu auxilio é total, nem que seja em uma só consulta, mas a pessoa sai dali com uma resposta concreta da resolução do problema.

    Desculpe o texto… é que me empolguei rs

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    • Bom dia, Fernando!

      Agradeço seu comentário! Não sei se o que quis dizer é o que irei esclarecer abaixo, mas me pareceu propício refletir sobre estas questões.

      Eu entendo que o tarólogo, tal como um terapeuta ou um psicólogo, deve ouvir seu cliente, compreendê-lo e encontrar formas de aconselhá-lo, sem assumir a responsabilidade pela resolução de seus problemas. Assim, “a resposta concreta” que citou se trata apenas do esclarecimento da situação em si, vista pelas cartas, cabendo ao consulente colocá-la em prática ou não. Se esta dinâmica não fica clara, o cliente pode achar que determinada coisa vai acontecer (para o bem e para o mal) com toda certeza, sem entender que quem direciona (ou materializa) o resultado é ele mesmo.

      Neste sentido, se sempre tentamos resolver os problemas dos outros, transferimos a responsabilidade para nós, impedindo que as pessoas que nos consultam consigam fazê-lo por si próprias. Afinal, o Tarô é um guia, como um mapa de nossa vida atual e, quem tem que mudar o comportamento e as crenças é o consulente, o que só acontece verdadeiramente de dentro para fora, não sendo algo que se possa impor.

      Ou seja, ao tentarmos resolver as questões trazidas a nós, mesmo que isso pareça ser nossa obrigação como tarólogos, estaremos mais criando uma dependência emocional na qual este cliente irá sempre precisar consultar as cartas para todo e qualquer assunto, do que ajudá-lo a compreender a si mesmo, tornando-se senhor do próprio destino e evoluindo como ser humano. Fora que tudo aquilo que der errado, passará a ser culpa do tarólogo e das escolhas do consulente.

      Portanto, eu procuro, em minhas consultas, ajudar o cliente a organizar as ideias, a entender onde seu problema começou e a visualizar os resultados, caso continue agindo de determinada forma. Ao mesmo tempo, contribuo para que veja diferentes possibilidades com clareza e objetividade. Agora, o que ele fará tão logo a consulta termine, é com ele. Sei que é muito fácil criarmos empatia com aquilo que acontece com nossos consulentes, pois torcemos pelo bem-estar deles, porém, devemos ter a humildade de aceitar que cada um tem seu tempo e que não cabe a nós forçar situações.

      Um grande abraço,

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      • Ahhh sim, agora entendi o que vc quis dizer Vanessa. É exatamente como penso, só não soube me expressar rs, desculpe.

        É exatamente o que faço nas minhas consultas. As cartas indicam os melhores caminhos e o consulente decide se segue a orientação ou não.

        Desculpe ter me precipitado, é que realmente não tinha entendido esta parte.

        Muito obrigado pelo esclarecimento Vanessa!

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  4. Olá Vanessa Mazza!

    Gostei de sua postagem e te admiro muito, porém não concordo com uma de suas afirmações:
    “• não faz previsões de mortes;”

    Conheço bons tarólogos (as) que preveem mortes, dentre elas Cathya D. Gaya, muito conhecida na internet e participou recentemente de um programa de TV onde fez previsões e falou de famosos que irão falecer em 2013.

    Confira o vídeo:

    – Titulo: Previsões 2013: Taro-Numerologia-Astrologia no Se Liga Brasil

    – Link: http://www.videosparanormais.com/2012/12/previsoes-2013-taro-numerologia-astrologia-se-liga-brasil.html

    Abraços Linda!!

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    • Bom dia!

      Agradeço a visita e o comentário!

      Não tenho como opinar o trabalho da referida, porém, penso que prever mortes, inclusive em público, tenha implicações morais. Não é todo mundo que lida bem com uma previsão de morte. Além disso, que tem real poder da verdade? Até médicos quando dizem que alguém está desenganado, se surpreendem com recuperações surpreendentes. Continuo acreditando que o dever do tarólogo é mostrar caminhos e fazer alertas, mas não sentenciar ninguém. Todo nós temos o direito de viver nossas vidas sem a sombra de uma previsão nefasta.

      Um abraço,

      Vanessa.

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  5. Olá, não te conheço, e por acaso (embora não acredite nisso rs) encontrei sua página no Google.

    Quero de verdade parabenizá-la pela forma como colocou a questão.
    Estudo espiritualidade e PNL desde 1996 e tive meu primeiro contato num curso muito bom em 2009 ministrado pelo Arhan, o qual recomendo sempre quando me perguntam.

    O tarô quando jogado com seriedade, pode sim mostrar caminhos melhores dentro do auto conhecimento. Além disso, serve para o terapeuta identificar aspectos que muitas vezes, o “paciente” tem bloqueios de exteriorizar. Pode ainda, ser usado em conjunto com terapias e práticas de auto ajuda, como Metafísica, Apometria, Gestalt, Psicanálise, etc.

    Infelizmente, aqui no Brasil, é vergonhoso para o profissional, conviver com cartazes colados porcamente em postes com os dizeres “Mãe Sei lá o que traz teu amor de volta em 3 dias. Joga Tarô, Buzios. Faz e desfaz qualquer trabalho”. Terrível também, é ver sites vendendo consultas por R$ 1,00 por minuto, como se fosse algo assim simples demais.

    Enfim, penso que os profissionais sérios, deveriam se unir e formar uma associação, ou grupo para se fortalecer e levar o Tarot, ao lugar de merecimento.

    Um abraço.

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  6. Parabéns,
    Vanessa, fiquei encantado com sua postura em relação ao taro, estudo muito este oraculo maravilhoso e ainda fico surpreso como tem pessoas que gostam de ser enganadas.
    Forte abraço.
    Manoel

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  7. Pingback: Você tem medo do Tarô?

    • Bom dia, Silvana! Penso que o melhor tarô seja o mais tradicional, aquele que os conteúdos simbólicos sofreram menos alteração, até porque o significado de cada carta vem de seus símbolos universais, o que pode ser perdido ou mal-interpretado, quando se modifica demais as imagens, justamente para que fiquem mais parecidas com determinada cultura. Neste sentido, o melhor Tarô para os brasileiros, é o melhor para qualquer lugar, a saber o Marselha e, depois, o Rider-Waite. Um grande abraço,

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  8. Olá Vanessa! Gostei muito do texto, e concordo com você em diversos pontos. Claro, todos nós enquanto profissionais temos visões e formas de trabalho diferentes, mas o que importa de fato é ser transparente com o consulente. Sobre a questão de fazer trabalhos espirituais, eu tenho a minha posição definida, porque isso depende do conhecimento do tarólogo sobre o assunto. Por exemplo, tenho amigos que são iniciados no candomblé, e são tarólogos. Identificam ali a necessidade, de acordo com seus conhecimentos, de uma limpeza energética, e receitam banho ou algo do tipo. Eu não vejo problema nisso, desde que o tarólogo tenha o conhecimento sobre o assunto. O que não dá é receitar sem saber.. Vale ressaltar também, que o Tarô não é o oráculo específico para esse tipo de questão. Eu costumo agir dessa forma, porque eu não tenho conhecimento de rituais, feitiços, ebós. Se o meu consulente me procura para esse tipo de assunto, eu recomendo que procure alguém que lide com esse assunto. Enfim, adorei seu texto e sua página. Beijo enorme.

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    • Eu que agradeço a visita e o depoimento! Acredito também que podemos fazer consultas mais amplas, quando temos conhecimentos em outras áreas. Por exemplo, eu gosto de refletir sobre questões trazidas da psicanálise e às vezes perceber o momento do cliente pela numerologia. O essencial é entender que estas coisas apenas acrescentam à consulta, sendo independentes do Tarô. Tipo um bolo. Você pode comê-lo com cobertura, recheio, creme ou frutas, mas, para ser bolo, ele não depende desses acompanhamentos. Fora que tais sempre são acrescentados pelo gosto pessoal e não por uma necessidade intrínseca. Um grande abraço!

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  9. olá, vanessa,

    gostei do texto mas gostaria que me respondesse sobre o porquê de achar certo consultas não com a presença da pessoa mas via internet, como você faz aqui no site.

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