Vanessa Mazza


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Perguntas mais frequentes

Vanessa Mazza 16 de outubro de 2010

Veja aqui as respostas para as principais dúvidas sobre as consultas de Tarô:

* Se você tiver alguma dúvida que aqui não foi contemplada, mande-a para o e-mail: 33manik33@gmail.com, que em breve a acrescentarei aqui.

1.O número de perguntas é relevante?

Não. Como para o tarô é imprescindível perguntas objetivas e claras, é um tanto estressante obrigar o consulente, que geralmente está confuso sobre o que está acontecendo, a formular questões perfeitas. Na minha opinião, este é o trabalho do tarólogo. Ou seja, sentir o que aflige o consulente e traduzir isto em perguntas que podem ser muitas ou poucas. Isso costuma depender, já que existem temas que geram dezenas de questões relacionadas e outros que necessitam apenas de uma ou duas. Portanto, não se preocupe em formular perguntas. Tenha sim, em mente, qual é o objetivo da consulta: tomar uma decisão, entender seu momento, visualizar prós e contras, etc.

2. Os oráculos on-line funcionam?

Sim. Para saber mais, leia o artigo.

3. Por que a consulta é cobrada?

Porque tal como qualquer outro profissional, o tarólogo se aperfeiçoa através de estudos, tem um custo administrativo e vive inserido dentro do mundo capitalista como cada um de nós, que precisa do dinheiro para seu sustento e também para investir num atendimento cada vez melhor. Portanto, caridade é algo que fazemos na medida do possível e em momentos adequados. Defendo a linha que diz que a vida é rica e abundante, por isso, valorizar a pobreza vai contra o que a própria experiência diz a respeito da Natureza. Afinal, quando uma árvore dá frutos, cada um tem centenas de sementes que gerarão outras árvores iguais a ela. Nada é escasso na Natureza. Por que teríamos que ser pobres? Além disso, quando a consulta é paga, se estabelece uma troca justa entre o consulente e o tarólogo. Quantas vezes não despendemos o mesmo valor em coisas sem importância, como uma passagem numa lanchonete, sendo que poderíamos obter conhecimentos para começar a transformar a própria vida?

4.O que é o tarô?

O assunto é bem amplo, mas você pode ver algumas explicações aqui e aqui.

5. Qual é o método de trabalho?

Você pode ver aqui.

6. A consulta tem alguma coisa religiosa?

Você também pode ler este texto.

7. Existe a invocação de espíritos?

Não. Não existe nada místico, ritualístico ou religioso na consulta de tarô. O que este mostra é a profundidade do consulente, seu “eu” interior, organizando sentimentos, pensamentos, visões de mundo e também esclarecendo as relações com situações e pessoas. Ou seja, não há a necessidade de invocação de algum espírito para isso. Porém, se você é espiritualista, com certeza irá acreditar que seu espírito protetor estará do seu lado lhe ajudando a entender as mensagens transmitidas pelas cartas.

8. Você faz “trabalhos” ou “amarrações”?

Pela resposta anterior, já para saber que não.

9. Você previne feitiçaria e macumba?

Não, primeiro porque não acredito na eficácia de tais práticas, já que afirmar que elas funcionam é o mesmo que dizer que não existe livre-arbítrio e que o poder de Deus, se Ele existe, é nulo. Todos nós somos responsáveis por aquilo que nos acontece. Então se uma macumba “pega” é que porque a pessoa, de alguma forma, permitiu se alinhar com a energia negativa transmitida. Então, de certa forma, tornando a situação do consulente mais clara através da consulta, é provável que o mesmo se fortaleça e não permita se influenciar por maus pensamentos. Neste caso, posso dizer que não é a consulta que previne, mas a vontade pessoal.

10.Qual a diferença entre divinatório e terapêutico?

Eu explico neste texto aqui.

11. Quais são os efeitos das consultas no dia a dia?

Quando se começa a estudar o tarô e as filosofias orientais , se percebe que todo o nosso sofrimento está concentrado apenas no desvio que fazemos do que é real para o ilusório. Sim, na verdade, não existem problemas, nem sofrimento, nem dificuldades. Existem nossas projeções distorcidas, nossos julgamentos, nossas personalidades formadas pelo ego cheio de sombras. Desse modo, nossa vida, dia a dia, é sempre uma luta constante. Muitas vezes nos sentimos vítimas do destino, não entendemos porque sofremos isso ou aquilo. Neste momento, entra o tarô. Através da consulta, podemos trabalhar profundamente o autoconhecimento dando a cada consulente um poder que até então ele não contava. Ou seja, com conhecimento é possível ser livre, feliz e pleno. Então, os efeitos principais são o aumento da auto-estima, da fé em si mesmo e da clareza mental.

12. De quanto deve ser o intervalo entre uma consulta e outra?

Isso vai variar de consulta para consulta. Então, você pode consultar mensal, bimestral, semestral ou anualmente. O que se recomenda à princípio é não perguntar exaustivamente a mesma pergunta várias vezes, pois quando se faz isso, não se presta atenção em nenhuma das respostas e obviamente só se cria mais confusão.

13.Como funciona a consulta virtual?

A consulta virtual é a mesma que a presencial. A diferença está apenas na distância física entre as pessoas, mas isso não afeta em nada a qualidade da consulta, já que a mensagem e a interação está acontecendo da mesma forma.

14.Como ela funciona, mesmo a pessoa estando longe?

Como tudo é energia, acredito que quando mentalizamos em alguém e em seu problema, automaticamente a transmissão acontece. Por isso, tanto faz onde você esteja.

15.Cortar o baralho é essencial para a consulta dar certo?

Não. Como disse acima, ao nos conectarmos, eu “sentirei” qual é o melhor momento para cortar o baralho.

16.O que dá para ver/saber pelo tarô?

Praticamente tudo de mais importante. É possível saber pensamentos, sentimentos, fazer projeções sobre acontecimentos futuros, visualizar prós e contras, entender relacionamentos, ter noção de como anda sua situação profissional ou mesmo sua saúde, entre muitas outras coisas.

17.Dá para prever tempo pelas cartas?

Sim, mas depende do tipo de pergunta e do baralho utilizado. Como vemos sempre o presente e o futuro muda de acordo com as decisões do momento, apesar de se poder traçar projeções futuras, as coisas podem acontecer mais ou menos rápido. Por isso, apenas se estima os tempos.

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